quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Windows Live Messeger chegará ao fim!!!!

Isso mesmo que vocês estão lendo, o Windows Live Messenger, ou nosso famoso e conhecido MSN será descontinuado pela Microsoft.

Microsoft afirmou que vai encerrar as atividades do serviço Windows Live Messenger, que era conhecido anteriormente como MSN Messenger, em 15 de março de 2013. Mas calma não ficaremos sem nossos contatos, sem conversar com nossos amigos ou ainda sem contactar nossos clientes. O serviço será migrado para o Skype, que foi adquirido pela Microsoft em maio de 2011 por cerca de 8,5 bilhões de dólares , estima-se quantidade de usuários superior a 100 milhões. 

Lembrando que com o final do serviço e envio de e-mails pela microsoft anunciando o fim, hackers com certeza irão se aproveitar de usuários mais leigos ou desavisados, pois muitos não conseguirão conectar e irão procurar ajuda na internet, sendo assim serão um prato cheio para hackers atacarem.


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

HD, SSD ou disco híbrido???

Cada sistema de armazenamento tem suas vantagens e desvantagens. Aprenda a selecionar aquela que melhor atende às suas necessidades

No passado, escolher a melhor opção em armazenamento para o seu PC era tão simples quanto encontrar o maior HD que coubesse em seu orçamento. Infelizmente a vida não é mais tão simples. A relativamente recente ascensão das unidades de estado sólido (SSDs) e discos híbridos (que combinam um SSD e um HD tradicional) alterou significativamente o panorama do mercado de armazenamento, criando uma variedade de opções confusas para o consumidor tradicional.

Escolher o melhor “disco” para suas necessidades pode parecer uma tarefa árdua, mas não se preocupe: estamos aqui para ajudar. Vamos explicar a seguir as principais vantagens, e desvantagens, de cada uma das mais populares opções de armazenamento nos PCs hoje em dia. Guarde esta informação para tomar a melhor decisão da próxima vez que precisar de mais espaço em disco. Se você é como eu, não vai demorar.

Discos rígidos (HDs)

Os discos rígidos (HD, do inglês Hard Disk) são o padrão em armazenamento de dados em desktops e notebooks há décadas. Como resultado o termo “disco rígido” acabou se tornando um genérico para qualquer sistema de armazenamento, como “gilette” é para lâminas de barbear ou “band-aid” para curativos. Embora os discos rígidos modernos sejam muito mais avançados e com melhor desempenho do que seus antecessores, a tecnologia básica não mudou: todos eles consistem de um “prato” magnético que gira em alta velocidade, combinado a cabeças de leitura e gravação que se movem sobre a superfície do prato para recuperar ou armazenar dados. Não muito diferente, em conceito, de um toca-discos. Lembra deles?

Um HD tracional, mostrando os três pratos (sobrepostos) onde os dados são
armazenados e o braço mecânico com a cabeça de leitura e gravação

A tecnologia é madura, confiável e relativamente barata comparada às outras opções de armazenamento. A maioria dos HDs tem um custo por gigabyte que pode ser medido em poucos centavos. Eles também estão disponíveis em grandes capacidades, podendo chegar a até 4 TB em discos domésticos. Geralmente são conectados ao computador através de uma interface SATA, presente em todas as placas-mãe modernas, e não necessitam de nenhum software especial para “conversar” adequadamente com um sistema operacional moderno.

Em outras palavras, os HDs tradicionais são espaçosos, simples e baratos.

Entretanto, na maioria das situações eles não tem um desempenho tão bom quanto os discos híbridos ou SSDs. Os modelos mais rápidos atualmente podem ler e gravar dados a uma taxa de 200 MB por segundo, com tempo de acesso (o tempo necessário para chegar à informação que deve ser lida) de menos de 8 millisegundos, números muito inferiores do que mesmo as unidades SSD mais baratas (sobre as quais falaremos mais adiante). Quanto mais rápida a velocidade de rotação do prato, mais rápido é o HD. Por exemplo, um disco de 7.200 RPM tem desempenho superior ao de um de 5.400 RPM, já que é necessário menos tempo para chegar às informações.

Os HDs são mais indicados para os usuários que precisam lidar com grandes quantidades de informações e não estão preocupados em conseguir o máximo de desempenho de seu sistema. Se você é um usuário de PC que não faz muito mais do que ler e-mail, navegar na web e editar alguns documentos, deve ficar satisfeito com um HD tradicional. Só não vá usar o PC equipado com SSD de um amigo, porque depois que você experimentar a incrível velocidade destas unidades, vai ser difícil voltar para mesmo o mais rápido dos HDs tradicionais.

Unidades de estado sólido (SSDs)

De muitas formas as unidades de estado sólido (SSDs, do inglês “Solid State Drive”) são similares aos HDs. Elas geralmente se conectam ao computador através de uma interface SATA (embora haja versões com interface PCI-Express, para usos que exigem desempenho máximo) e, do ponto de vista do usuário, armazenam os arquivos da mesma forma. Entretanto os SSDs trocam os pratos magnéticos e cabeças de leitura e gravação por chips de memória flash (NAND) não volátil, como os usados em cartões de memória e pendrives. Com isso, não há partes mecânicas ou magnéticas envolvidas.

Graças a isso as unidades SSD tem desempenho muito superior e são a opção de armazenamento mais rápida atualmente disponível. Eles são muito mais rápidos que os HDs na leitura e escrita de dados na maioria das tarefas, e também podem chegar até as informações muito mais velozmente.

O Vector, da OCZ, é um dos SSDs mais velozes do mercado

Os HDs mais rápidos podem ler e gravar dados a uma taxa de 200 MB por segundo, com um tempo de acesso de alguns poucos millisegundos. Mas as unidades SSD mais rápidas podem chegar a 550 MB/s, facilmente “saturando” a capacidade de uma interface SATA, e os tempos de acesso são de tipicamente uma fração de um millisegundo. Em resumo, os SSDs resultam em um sistema muito mais “ágil”, com tempos de boot, lançamento de aplicativos e cópia de arquivos incrivelmente curtos. 

Outra vantagem dos SSDs é a durabilidade. Como não tem partes móveis, as unidades de estado sólido não são suscetíveis aos danos ou degradação de desempenho causados nos HDs por vibrações e movimentos. Derrube um notebook contendo um HD tradicional e você tem uma boa chance de perder dados. Mas um SSD nem vai sentir o impacto.

Mas os SSD também tem desvantagens. A primeira é que são muito mais caros, em termos de custo por gigabyte, que um HD tradicional. Bons discos para o mercado doméstico custam em média de US$ 0,70 a US$ 1 por gigabyte, enquanto um HD tradicional pode custar 10 vezes menos. E as unidades de estado sólido não chegam perto da capacidade dos HDs: os modelos mais populares tem capacidade entre 120 e 256 GB, com modelos de 512 GB ou 1 TB reservados apenas àqueles com orçamentos bem grandes.

O desempenho de um SSD também depende de quão “cheio” ele está, ou se teve uma grande quantidade de dados excluídos dele. Tecnologias como a TRIM podem ajudar a recuperar o desempenho de um SSD “sujo”, mas exigem suporte específico tanto nos drivers quando no sistema operacional (as versões 7 e 8 do Windows tem suporte a TRIM). E como a capacidade é pequena e o desempenho é afetado por quão cheio está o drive, muitos usuários de SSDs acabam movendo regularmente arquivos menos críticos (como documentos e coleções de arquivos multimídia) para HDs tradicionais.

Outra preocupação: quando os SSDs falham, eles costumam fazer isso sem aviso. Os HDs, entretanto, começam a dar sinais de uma falha iminente gerando um erro via S.M.A.R.T. (um sistema de monitoramento da saúde do disco) ou sofrendo com alguns blocos ruins. Em nossa experiência os SSDs simplesmente “morrem” sem dar quase nenhum alerta.

As unidades de estado sólido são mais indicadas para usuários experientes de PCs, que buscam alto desempenho. Se você não se importa em gerenciar múltiplos discos e tem dinheiro suficiente, combinar um SSD rápido com um HD de alta-capacidade resulta no melhor dos dois mundos. O SSD pode armazenar o sistema operacional e os aplicativos usados com maior frequência, e o HD pode ficar com o restante dos dados. Mas para um usuário casual de um PC, esta estratégia pode acabar sendo um incômodo.

Discos híbridos

Discos híbridos são uma mistura de um HD com um SSD, combinando os pratos magnéticos e ampla capacidade dos HDs com um SSD veloz mas de pequena capacidade em uma única unidade.

Estes discos monitoram os dados que são lidos do HD, e armazenam uma cópia dos arquivos acessados mais frequentemente no SSD. Na próxima vez em que eles forem necessários, serão lidos do SSD, com um desempenho muito maior

Algumas das vantagens dos discos híbridos incluem o baixo custo, alta capacidade e facilidade de gerenciamento. Eles costumam custar um pouco mais que um HD tradicional, mas bem menos do que uma unidade de estado sólido. E como o volume de cache é oculto do sistema operacional e gerenciado automaticamente, os usuários não precisam ficar escolhendo o que vai no SSD e o que vai no HD. O tempo de boot é reduzido, e a capacidade é equivalente à de um HD tradicional.

OCZ RevoDrive, um híbrido de HD e SSD

Mas os discos híbridos deixam a desejar com dados novos. Ao gravar arquivos, ou acessar aqueles usados com pouca frequência, o desempenho é equivalente ao de um HD comum, e eles precisam de um período de “aclimatação” até aprenderem quais dados colocar no cache. E devido ao fato de que dependem de software para funcionar, podem ser um pouco mais difíceis de configurar. 

Para usuários que não querem ter de lidar com múltiplos discos ou não que trabalham sempre com os mesmos arquivos, um disco híbrido pode ser uma boa opção para melhorar o desempenho do sistema, sem abrir mão de espaço em disco.


Fonte: http://idgnow.uol.com.br/ti-pessoal/2013/01/24/hd-ssd-ou-disco-hibrido-qual-a-melhor-tecnologia-para-voce/

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Vírus se comparam a ataques terroristas


Os vírus de computadores podem representar ameaças tão grandes como ataques terroristas e em cerca de dez anos poderão provocar destruição física, disse nesta segunda-feira o fundador e executivo-chefe da companhia de segurança tecnológica Kaserpky Lab, Eugene Kaspersky, durante a conferência DLD13, que está sendo realizada em Munique, na Alemanha.

As tecnologias para internet evoluem a um ritmo muito rápido, assim como as "ameaças cibernéticas", afirmou o especialista russo. As prisões nos Estados Unidos, por exemplo, estão conectados à rede e seria factível os réus conseguirem abrir as portas das penitenciárias por meio de seus celulares inteligentes, previu.

"O sistema é muito vulnerável e os programas cada vez mais sofisticados", opinou. Se um criminoso comum é como uma bicicleta, vírus como o programa de espionagem "Outubro Vermelho", recentemente descoberto, é como uma estação espacial, disse o analista.

As ameaças geradas por estes programas maliciosos modernos são comparáveis a ataques terroristas, acrescentou. O analista em vírus cibernéticos Mikko Hypponen, da empresa F-Secure Corporation, disse que no futuro as guerras também serão travadas a partir dos computadores, pois o potencial destruidor dos programas maliciosos é imenso e absolutamente comparável ao das armas tradicionais.

Segundo o especialista, "a guerra cibernética se dirige contra a infraestrutura", por isso é totalmente factível que os vírus alterem o funcionamento de centrais energéticas e instalações industriais, com consequências imprevisíveis. "Antes de se disparar armas se optará por ataques cibernéticos contra o abastecimento elétrico e de água", afirmou Hypponen.

A nona edição da DLD (Digital Life Design), uma das principais conferências internacionais sobre o mundo digital, começou ontem e irá se encerrar amanhã.



Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/virus-se-comparam-a-ataques-terroristas-diz-especialista-21012013-35.shl

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Como limpar a tela do seu notebook


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      O notebook é uma peça prática para muitos empresários, estudantes e até donas de casa. Porém, ele é um daqueles objetos que devem estar sempre limpos para o seu bom funcionamento, principalmente as telas que são altamente frágeis. Considerando os variados tipos de telas de notebook, incluindo as de LCD, LED e outras tecnologias, cada uma terá um modo especial relacionado a visualização e imagens, jogos, filmes e programas através do próprio laptop. Porém, no que diz respeito à limpeza, nem sempre existem essas restrições. Siga as dicas de "Como limpar a tela de seu notebook" à risca se não quiser danificar o seu aparelho.

Instruções

1-
Muitos fabricantes de notebooks e outros eletrônicos, como a HP, a Vaio e a Dell, fazem suas recomendações baseadas nas tecnologias atuais. Segundo as marcas, não será recomendável a utilização de nenhum produto químico, incluindo o uso de álcool para a limpeza. O mais correto seria limpar a tela com um pano limpo umedecido com água destilada, já que a água mineral pode deixar algumas manchas. Muitos sites especializados apostam no uso da água destilada como principal agente na limpeza de telas de eletrônicos como notebooks, televisões, tanto de LCD quanto de LED, e Ipads. 

2-
Com relação ao material que você utilizará na limpeza, preze por panos que sejam 100% de algodão. Pegue uma camisa velha que não tenha mais uso e tente limpar, desde que ela seja feita com tecido já indicado previamente. Lenços de papel e papel toalha não são recomendados por possuírem pequenas fibras de madeira em sua composição, que podem arranhar a tela ou danificá-la por completo. Tecidos como o poliéster podem causar os mesmos danos que os papéis em questão, e por isso também não deverão ser usados em hipótese alguma. Procure utilizar um borrifador de água para umidecer o pano utilizado, lembrando que você jamais deverá borrifar a água destilada diretamente na tela. 

3-
Se formos levar em consideração uma tela de LCD, procure não fazer muita pressão ao limpar a tela, já que ele é um material muito sensível e que poderá ter danos permanentes. A melhor forma de realizar a limpeza sem que sem que tais riscos apareçam é necessário fazer movimentos circulares leves, de modo que o pano não muito úmido, apenas encoste na tela. Dispense o uso de flanelas para que não haja pelo na tela e evite ao máximo o uso de produtos com amoníaco como os limpa-vidros. 






Fonte: http://www.assimsefaz.com.br/sabercomo/como-limpar-a-tela-do-notebook